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Ginástica Laboral na Prevenção da Síndrome do Túnel do Carpo relacionada ao Trabalho: Revisão de literatura E-mail

Labor Gymnastcs in the Prevention or Carpal Tunnel Syndrome related Work: Review of literature.

Trabalho realizado por:

Fabricio da Costa Pereira.

Acadêmico do 10º período do curso de Fisioterapia da Faculdade Integrada do Recife.

Contato: falepaty@gmail.com


Resumo

Este artigo baseia-se em uma pesquisa de revisão bibliográfica sobre o efeito do programa de Ginástica Laboral na prevenção da Síndrome do Túnel do carpo relacionada ao trabalho. A realização do estudo tem por base os pressupostos teóricos de autores que pesquisaram sobre o tema para conhecer as contribuições científicas e interpretar os resultados para apresentar uma base descritiva de como a ginástica laboral pode prevenir a Síndrome do Túnel do Carpo e influenciar na melhoria física dos trabalhadores. Os resultados demonstram que quando adotada de forma adequada dentro dos parâmetros ergonômicos, a ginástica laboral pode contribuir para a prevenção da síndrome do túnel do carpo, que é uma Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho. De acordo com os artigos selecionados observamos que a ginástica laboral apresenta-se como campo de prática de fundamental importância, onde atua como medida preventiva e terapêutica, contribuindo para o alcance da redução dos índices das DORT´s.

Palavras-chave: Ginástica Laboral, Fisioterapia, Ler/Dort e Síndrome do Túnel do Carpo.


Abstract

This article is based on a literature review of research on the effect of workplace exercises program in preventing carpal tunnel syndrome related to work. The completion of the study is based on the theoretical assumptions of authors who have researched on the topic to meet the scientific and interpret results to provide a basic description of how workplace exercises can prevent carpal tunnel syndrome and influence the improvement of physical workers. The results listed show that when taken properly within the parameters of ergonomics, workplace exercises can help to prevent carpal tunnel syndrome, work related musculoskeletal disorders. according to the selected articles noted that gym work is presented as a practice field of fundamental importance, where it acts as a preventive and therapeutic, helping to achieve the reduction in the number of `S DORT

Keywords: workplace exercises, Physiotherapy, RSI, Carpal Tunnel Syndrome.

Introdução

Segundo Colombo (1), a qualidade de vida do trabalhador tem sido uma preocupação do homem desde o início de sua existência. Exemplo disto é a busca do aprimoramento dos instrumentos primitivos e da melhoria das condições de trabalho, considerando esses aspectos e sabendo que o homem passa boa parte de sua vida no trabalho, torna-se imprescindível que iniciativas sejam desenvolvidas para anular os aspectos negativos do desempenho inadequado das atividades laborais (2).

As Lesões por Esforço Repetitivo (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT´s) são os nomes dados às afecções de músculos, de tendões, de sinóvias, de nervos, de fáscias e de ligamentos, isoladas ou combinadas, com ou sem degeneração de tecidos. Elas atingem principalmente – mas não somente – os membros superiores, a região escapular (em torno do ombro) e a região cervical de origem ocupacional, decorrendo (de forma combinada ou não) do uso repetido ou forçado de grupos musculares e da manutenção de postura inadequada (1,2).

Para Oliveira (3), as lesões músculo-esquelético, de origem ocupacional, representam um expressivo problema humano e econômico, e segundo o mesmo autor no Brasil as DORT´s representam mais da metade das doenças ocupacionais. Dentre as lesões que podem atingir o membro superior, a síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de maior incidência, resultante da compressão do nervo mediano quando passa pelo túnel do carpo e os principais sintomas relacionados à STC são dor noturna em queimação, parestesia e atrofia tênar. Como conseqüência têm-se limitação de atividade e incapacidade para o trabalho (4,5).

David et al, relatam que diante da prevenção e tratamento da STC, a fisioterapia utiliza recursos e técnicas, dispondo dos princípios da ergonomia e ginástica laboral como métodos preventivos. Com essas atuações, os fisioterapeutas amenizam futuras despesas com assistência médica e pagamento de seguros e, para os trabalhadores, busca minimizar os sofrimentos e queixas de dores (6).

Ações preventivas com saneamento e aprimoramento das condições ergonômicas e que as medidas preventivas da problemática complexa que constitui o desenvolvimento das DORT´s, a introdução da Ginástica Laboral (GL) passou a ser comum nos ambientes de trabalho e ocupa grande espaço dentro das empresas na otimização da saúde do trabalhador (7).

Para alcançar os objetivos deste trabalho nos apoiamos na ginástica laboral, para identificar as ações necessárias à prevenção das doenças osteomusculares, a exemplo da síndrome do túnel do carpo, tema central deste trabalho, bem como na fisioterapia, para compreender os métodos preventivos e de controle da patologia.

Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão de literatura acerca dos benefícios da Ginástica Laboral na prevenção da Síndrome do Túnel do Carpo.


Materiais e Métodos


Trata-se de uma revisão de literatura realizada no período de Agosto a Novembro de 2010, na qual foram consultados livros e periódicos da biblioteca da Faculdade Integrada do Recife – FIR, e realizada a busca de artigos científicos em bases de dados eletrônicos, tais como: Medline (National Library of Medicine), Lilacs (Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e SciELO (Scientific Eletronic Library Online). Foram utilizados os seguintes descritores em português: Ginástica Laboral, Prevenção, LER/DORT, Síndrome do Túnel do Carpo.

Com a finalidade de delimitar o objeto de estudo, optou-se por artigos que atendessem aos seguintes critérios de inclusão: a) artigos em língua portuguesa; b) artigos publicados entre os anos de 2001 e 2010; c) artigos que abordassem questões relativas à importância da ginástica laboral na prevenção da síndrome do túnel do carpo relacionada ao trabalho; (d) artigos com disponibilidade na forma texto.

Foi realizada uma leitura cuidadosa de todos os artigos selecionados por dois revisores. Ao final da busca, dos 38 artigos encontrados, 16 foram excluídos por não apresentarem relação direta com a temática do trabalho. Contudo, 22 artigos atenderam a todos os critérios de inclusão e foram selecionados para o estudo.


Ginástica Laboral

A Ginástica Laboral surgiu no inicio do século passado, objetivando momentos de descontração aos funcionários, além de pausas para a prática de exercício físico. Sendo utilizada como ferramenta de suporte na redução de sintomas de distúrbios osteomusculares (causados na sua maioria por esforços repetitivos), na melhora das relações interpessoais e na diminuição do estresse físico e mental (8,9).

De acordo com Oliveira(3), a ginástica laboral envolve exercícios específicos de alongamento, de fortalecimento muscular, de coordenação motora e de relaxamento realizados em diferentes setores ou departamentos da empresa, sendo estruturada da seguinte forma: preparatória, no começo do expediente do trabalho, preparando o trabalhador para o inicio de suas atividades; compensatória, no meio do expediente do trabalho, prevenindo a instalação de vícios posturais; de relaxamento, realizada no final do expediente, promovendo relaxamento das tensões musculares.

Os benefícios proporcionados pela Ginástica Laboral são inúmeros, destacando-se a promoção da saúde, correção dos vícios posturais, diminuição do absenteísmo, melhora da condição física geral, aumento do ânimo e disposição para o trabalho, e promoção do auto condicionamento orgânico tendo como objetivo principal prevenir e diminuir os casos de LER/DORT (7,10).

Oliveira (3) destaca que a Ginástica Laboral contribui ainda para a promoção da consciência corporal, preparação biopsicossocial dos participantes, melhoria do relacionamento interpessoal, redução dos acidentes de trabalho e, conseqüentemente, aumento da produtividade no trabalho.

Em uma pesquisa de campo realizada com 28 funcionários de uma indústria têxtil onde foram submetidos à avaliação ocupacional, GL, vivências e palestras, observaram que após quatro meses houve uma diminuição do número de funcionários com cistos sinoviais em região posterior de punho, tendinite do supraespinhoso e síndrome do túnel do carpo, proporcionando também uma queda em 92% da incidência de atestados médicos relacionados com doenças do trabalho (11).

Referente a um estudo de caso descritivo, com 42 trabalhadores, desenvolvido por Mendes (12) que analisou a repercussão de um programa de Ginástica Laboral na qualidade de vida de trabalhadores de escritório, verificando que estes programas repercutiram positivamente na qualidade de vida dos trabalhadores, influenciando, inclusive, em suas comunidades.

A Ginástica Laboral promove vários benefícios fisiológicos, tais como: aumento da oxigenação muscular; melhora da flexibilidade, da amplitude articular; melhora da postura; redução das tensões musculares; prevenção de lesões musculotendinosas e ligamentares; melhora do ânimo e disposição para o trabalho; correção de vícios posturais; relaxamento da musculatura após o trabalho; melhora da respiração diafragmática; desenvolvimento da consciência corporal (13).

De acordo com Deliberato (14), um programa de ginástica laboral deve ser executado baseado nas necessidades da atividade ocupacional desempenhada pelos funcionários, adequando-se às estruturas mais solicitadas, promovendo um desaquecimento
das mesmas e ativando as estruturas menos utilizadas, promovendo, assim, um sinergismo de todo o organismo, de maneira equilibrada.


LER/DORT

São as siglas para Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho (DORT), sendo doenças caracterizadas pelo desgaste de estruturas do sistema músculo-esquelético, tendo maior incidência nos membros superiores, e ocorre devido à utilização biomecânica incorreta, resultando em dor, queda do desempenho no trabalho, fadiga e incapacidade funcional temporária que podem levar a síndrome dolorosa crônica (15,16).

Diferentemente do que ocorrem com doenças não ocupacionais, as doenças relacionadas ao trabalho têm implicações legais que atingem a vida dos pacientes. O seu reconhecimento é regido por normas e legislações específicas a fim de garantir a saúde e os direitos do trabalhador (16).
A alta prevalência das LER/DORT´s tem sido explicada por transformações do trabalho e das empresas, cuja organização tem se caracterizado pelo estabelecimento de metas e produtividade, considerando suas necessidades, particularmente de qualidade dos produtos e serviços e aumento da competitividade de mercado, sem levar em conta os trabalhadores e seus limites físicos e psicossociais (15).

Teixeira (17) relata que, entre trabalhadores brasileiros, de 80 a 90% das doenças ocupacionais, desde 1993, estão relacionadas aos distúrbios osteomusculares em virtude de problemas de trabalho. O mesmo autor relata os valores da perda econômica decorrente de acidentes de trabalho, calculado em 20 bilhões de reais, ou seja, 2% do PIB Nacional, sendo os DORT responsáveis pela ocorrência de 70% das doenças ocupacionais.

Segundo Nascimento et al (9) o fisioterapeuta na empresa atua com ações preventivas e curativas. O fisioterapeuta analisa as condições e os riscos musculoesqueléticos do trabalho e propõem medidas preventivas adequadas, como adaptação ou mudança ergonômica e implantação da ginástica laboral.

Augusto et al (18) relatam em pesquisa realizada com objetivo de conhecer as representações do fisioterapeuta a respeito das LER/DORT e analisar como essas representações interferem na prática clínica com 14 fisioterapeutas da cidade de Divinópolis, Minas Gerais. Concluindo que não basta concentrar esforços na tentativa de restaurar o funcionamento normal do corpo se as demandas de pacientes são desconsideradas. O conhecimento técnico-científico do fisioterapeuta deve ser conciliado com a expressão subjetiva do paciente na busca de estratégias de intervenção mais eficazes.

Gonzalez et al (19) realizaram um estudo com objetivo de determinar o nível de conhecimento e atitude de prevenção dos riscos laborais com trabalhadores que sofreram algum tipo de acidente de trabalho, não importando a região anatômica da lesão. Seus resultados mostram que os trabalhadores apresentaram um nível baixo de conhecimento e atitude de prevenção em relação aos riscos laborais, concluindo que o conhecimento em prevenção de riscos laborais e a atitude dos trabalhadores estão diretamente relacionados.

Picoloto et al (20) demonstraram que os sintomas osteomusculares apresentados por trabalhadores de uma indústria metalúrgica do município de Canoas–RS e a associação destes com variáveis sociodemográficas e ocupacionais. Observarm que 75,2% dos trabalhadores relataram algum tipo de sintoma osteomuscular nos últimos doze meses, 53,3% nos últimos sete dias e 38,5% já tiveram afastamento devido ao problema.

Bosi et al (21) verificaram em seus estudos quais fatores poderiam estar relacionados com a sintomatologia da LER /DORT em 29 funcionários de uma empresa de contabilidade e informática, através da aplicação de um questionário de identificação. Os resultados demonstraram que todos os funcionários apresentam algum tipo de sintoma no final do expediente, tendo a maior incidência dolorosa localizada na coluna vertebral e que os principais sintomas foram dores de cabeça, dor muscular localizada, a dor irradiada acompanhada com formigamento nos membros superiores com 58%.

Mesmo diante das diferentes alegações sobre os motivos que desencadearam a elevação do número de diagnósticos acusando LER/DORT, a fisioterapia tem tomado lugar de destaque em vários segmentos empresariais através de programas terapêuticos e preventivos, como alternativa de tratamento e prevenção, transformando a ginástica laboral é um desses programas fisioterápicos, que busca aliviar a tensão causada pela atividade rotineira dos trabalhadores e que pode ser praticada antes, durante e/ou após o horário do expediente, visando benefícios pessoais no trabalho (22,23).


Síndrome do Túnel do Carpo

A Síndrome do Túnel do Carpo (STC) foi descrita pela primeira vez em 1854, por Sir James Paget, considerada uma neuropatia compressiva periférica mais comum da extremidade do membro superior na população. Onde os sinais e sintomas são causados devido a compressão no nervo mediano ao nível do túnel do carpo (24,30).

Segundo Karolczak, apud Szabo (5)  as alterações musculoesqueléticas, quando relacionadas ao trabalho, têm alcançado proporções epidêmicas. Dentre essas alterações pode-se destacar a STC tendo em vista a incapacidade gerada por essa síndrome e suas conseqüências socioeconômicas, tornando-se fundamental seu estudo. Os autores relatam ainda em seus estudos epidemiológicos que os fatores de risco para STC, apesar de não haver consenso, são predominantes: sexo feminino, obesidade, índice de massa corporal (IMC) alto, idade acima de 30 anos, atividade motora repetitiva (correlação não completamente estabelecida) e algumas patologias sistêmicas.

Na prevenção da Síndrome do Túnel do Carpo, a fisioterapia apresenta recursos e técnicas tais como ergonomia e ginástica laboral como métodos preventivos, sendo que estas medidas isoladas não surtem efeito, e a harmonia entre elas é que garante o sucesso da prevenção (25).

Barbosa et al (26) avaliaram a freqüência, localização da dor e parestesias em um grupo de pacientes com STC, através de um questionário. Em seus resultados observaram que a dor acometia a região cervical em 42,8%, membros superiores em 36,8% e nas mãos em 82,8%. Concluindo que os pacientes com STC a dor e a parestesia são mais presentes nas mãos, sendo sintomas importantes para o diagnóstico de STC.
Segundo Vasconcelos apud Nathan et al (27), em um trabalho envolvendo 471 trabalhadores de quatro indústrias diferentes, avaliando 27 funções diversas em seguimento por 11 anos, constataram que apenas o fator ocupacional ergonômico vibração pode ser indicado como diretamente relacionado ao aparecimento da STC.

O processo de instalação da STC por trabalho repetitivo pode ocorrer em decorrência de lesões agudas e crônicas no sistema musculoesquelético. A lesão aguda pode ser traumática ou por instalação de fadiga muscular, que ocorre quando o nível de força aplicada é baixo, mas considerado acima da capacidade adaptativa do sistema muscular. As lesões crônicas são conseqüências de sobrecargas musculoesqueléticas em longo prazo (24,28).

Regis Filho et al (29) analisaram 771 cirurgiões dentistas em relação da existência de LER/DORT entre as tarefas executadas, através questionários. Em 56,68% dos dentistas apresentaram alguma manifestação dolorosa, sendo que a maior ocorrência foi para a região de ombro 39,40%, punho/mão 18,30% e pescoço com 17,20%. O cirurgião dentista pertence a um grupo profissional exposto a risco considerável de adquirir algum tipo de LER/DORT, considerando força excessiva, posturas incorretas, alta repetitividade de movimentos e compressão mecânica dos tecidos.

Vasconcelos Apoud Gell et al (28) buscaram investigar a evolução de 501 trabalhadores de linha de produção e de escritório por 5,4 anos em 7 empresas diferentes, chegaram à conclusão de que havia apenas tendência ao aparecimento da STC nos indivíduos que exerciam tarefas com maior esforço manual, porém sem significância estatística. Já aqueles indivíduos que apresentavam de início predisposição a problemas musculoesqueléticos (tendinites) ou alterações eletrofisiológicas prévias, tinham tendência significativa para o aparecimento da STC.

A inserção de uma variedade de medidas buscando a prevenção da STC como alterações do posto de trabalho, pausas ativas e passivas durante a jornada de trabalho, exercícios físicos associados a estudos biomecânicos são de fundamental importância (6).


Considerações Finais

O objetivo da pesquisa não enfatizou apenas os estudos sobre a ginástica laboral na prevenção do túnel do carpo, mas também verificou que a ginástica laboral é um método eficiente na prevenção das doenças ocupacionais, na melhoria da qualidade de vida do trabalhador.

O grande número de disfunções osteomusculares gera uma elevada demanda por serviços no sistema de saúde. Apesar de existir um enfoque nas ações curativas, observa-se uma preocupação elevada em priorizar cada vez mais o enfoque preventivo.

Dentro do enfoque preventivo vimos que a ginástica laboral tem como finalidade proporcionar benefícios tanto para o trabalhador, quanto para a empresa, atuando através de exercícios de alongamento, mobilidade articular e relaxamento, visando atenuar e evitar o aparecimento das LER/DORT, proporcionando assim uma melhora na qualidade de vida do indivíduo. E que a atuação da fisioterapia na Síndrome do Túnel do Carpo deve ser direcionada tanto para a prevenção quanto para o tratamento da doença.

Desta forma percebemos na literatura revisada, que a ênfase na promoção da saúde e a prevenção da doença se sobrepõem à recuperação da saúde, não sendo esta última menos relevante. Porém faz-se necessário, revisões de literaturas que abranjam outras bases para aprofundamento do assunto.


Referências Bibliográficas

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Obs:

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-  Publicado em 03/03/2011 sob autorização de www.fisioweb.com.br


 
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