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Equipamentos de Proteção no Esporte E-mail

 

Trabalho realizado por:
Roseane Melo dos Santos

Contato: rosemelo.fisio@gmail.com

 

RESUMO

A busca incessante por atingir o ápice esportivo, presente nos esportes de alta competitividade, aliada ao aumento cada vez maior de atletas amadores sem orientação técnica adequada, têm aumentado o índice de lesões no esporte. O objetivo deste artigo é, portanto, rever os principais aspectos etiopatogênicos dessas lesões, identificando a importância do uso de equipamentos de proteção durante a prática esportiva na prevenção de acidentes. Para tal, foram coletados dados clínicos e epidemiológicos, os quais permitiram concluir que a ausência de uso de equipamentos de proteção, julgados de desnecessários e desconfortáveis por muitos atletas; e a inadequação destes, devido principalmente, à falta de orientação técnica, são fatores de risco decisivos para a ocorrência de lesões no esporte. Daí a necessidade de criar uma política de conscientização da importância de uso destes acessórios de segurança durante o esporte.

 

Palavras-chave: esporte – lesões - equipamentos de proteção.

 

 

INTRODUÇÃO

Milhares de pessoas ao longo dos anos são atraídas a praticarem as mais diversas modalidades de esporte. A prática de atividade física, decorrente do bem estar proporcionado, ou de interesses comerciais, tem mobilizado atletas profissionais e amadores aos mais variados desafios, excedendo habilidades e arriscando a segurança de seu corpo.

A mercantilização e massificação do esporte têm provocado um significante avanço do número de acontecimentos lesivos entre os atletas. Tais fenômenos geram, respectivamente, excesso de treinamentos ou competições por parte de atletas profissionais e aumento da demanda de praticantes amadores, os quais não possuem orientação técnica necessária ao adequado uso de equipamentos de proteção durante a prática esportiva.

Uma pesquisa ¹ realizada com 7.731 corredores amadores mostrou que 71,2% dos entrevistados já sentiram dor em decorrência do esporte, 53,1% já tiveram lesões, especialmente no joelho, no pé e no tornozelo. A falta de orientação técnica é colocada como importante fator desencadeador do alto índice de lesões e dores. A maioria dos corredores não trocava o calçado no período adequado.

A problemática do avanço da epidemia de lesões entre os atletas fomenta discussões entre pesquisadores, já que a atividade física como vínculo entre o movimento humano e o bem-estar pessoal deve ter fins de promoção da saúde e não causar danos aos que a praticam. Entretanto, há uma carência no que diz respeito a estudos que investigam a importância do uso de equipamentos de proteção no esporte e as dificuldades encontradas. Por isso, com o intuito de servir como fonte de dados para futuras pesquisas e discussões dessa natureza, esse artigo foi realizado.

 

EVOLUÇÃO E EXPANSÃO DO ESPORTE

A longa história do esporte serve de subsídio para entender como um fenômeno surgido há milênios consegue, atualmente, mobilizar multidões em todo o planeta. Desde tempos remotos, os primatas já praticavam longas caminhadas e saltos em busca de alimentação, moradia, e como instrumento de defesa contra animais predadores.

De acordo fontes literárias e iconográficas, as primeiras civilizações no Egito e na Mesopotâmia em 3.000 a.C já praticavam atividades atléticas². No Egito antigo praticava-se: luta, combate com varas, boxe, acrobatismo, arco e flecha, vela, jogos de bola e eventos equestres. A atividade física tinha grande importância na preparação do faraó e membros da corte, sendo que as luta corpo-corpo e com espadas possuíam fins militares e os outros jogos eram de caráter religioso.

No período de 2.100 a. C., os minóicos, civilização que habitava a ilha de Creta, tinham interesse especial pela ginástica e salto sobre o touro, além de praticarem outras atividades como boxe, luta e acrobacias.

Porém, foi na Grécia antiga que surgiram os Jogos Olímpicos, em Olímpia, o esporte era visto como virtude entre os gregos. Sócrates³ dizia que “desgraça é para o homem envelhecer sem nunca ter visto a beleza e sem ter conhecido a força de que seu corpo é capaz de produzir".

Entretanto, com a pregação da purificação da alma em detrimento do corpo na Idade Média, o esporte foi deixado de lado, retomando somente nos séculos XVI e XVII com o advento do humanismo.

No século XVIII, na Europa, a Educação física dar subsídios para a formação do conceito moderno de esporte, através de sua sistematização. Em Oxford na Inglaterra, no século XIX se dá a padronização dos regulamentos das disputas favorecendo a internacionalização do esporte e em 1896 ocorre em Atenas a realização da primeira Olimpíada da Era Moderna.

No século XX, vários jogos Olímpicos são cancelados devido às Guerras Mundiais levando ao enfraquecimento do esporte. Nesse âmbito surgem nos Estados Unidos novas modalidades esportivas como o basquete e o vôlei.

Atualmente, os jogos atraem de tal forma o público, que as equipes de futebol, atletismo, vôlei ou basquete funcionam como uma espécie de grande e valiosa companhia artística. Surgem também os chamados esportes radicais³: surfe, skate, kitesurfe, bicicross, motocross, entre outros e as derivações de modalidades já vigentes como o vôlei de praia, futsal e beach soccer.

Rubio4 diz que o esporte se apresenta para a sociedade contemporânea como um fenômeno de grande abrangência social tanto do ponto de vista do espetáculo como também como atividade profissional e comercial. Manifestação capaz de provocar grande emoção e comoção, o esporte se diferencia de outros espetáculos por levar protagonistas e espectadores a se posicionarem.

 

A MASSIFICAÇÃO DO ESPORTE E O CRESCENTE NÚMERO DE LESÕES

“A necessidade de vitórias e super-resultados nos esportes de alta competitividade e as consequências do excesso de treinamentos e competições, condições indispensáveis para se atingir o ápice esportivo, refletem um número crescente de lesões do aparelho locomotor nos atletas de alto nível, cujas causas supostamente podem ser atribuídas à ausência de medidas preventivas, exaustão competitiva, volúpia atlética e psicossomatismos” 5.

Segundo Hoff 5, uma lesão atlética consiste de qualquer problema médico ocorrido durante a prática esportiva, podendo levar o atleta a perder parte ou todo treinamento e competição ou limitar sua habilidade atlética.

Esse avanço do número de acontecimentos lesivos entre os atletas leva tal problemática a discussões entre pesquisadores, já que a atividade física como vínculo entre o movimento humano e o bem-estar pessoal deve ter fins de promoção da saúde.

Proni e Lucena 6 descrevem que “para a sua legitimação social, o esporte não apela mais para categorias como saúde e educação, a não ser em casos extremos”.

Entretanto, não ocorrem lesões somente em atletas profissionais, como a mídia propõe, com a massificação dos esportes cresce a cada dia o número de praticantes atraídos por aventuras e desafios. Os chamados atletas amadores, infelizmente não possuem acesso à orientação técnica e à adequação dos equipamentos, inclusive os de proteção, se consagrando como vítimas constantes de lesões no esporte. Segundo Amaral e Araújo 7, a ocorrência de acidentes no esporte é, segundo o ponto de vista técnico, frustrante. Pois, embora um risco possa estar presente numa prática esportiva, a probabilidade de materialização deste resultando em um evento catastrófico deve ser baixa se as devidas precauções forem tomadas.

“A maioria dos acidentes tem como causa raiz, um comportamento de risco. Mas, o que é um Comportamento de Risco? Podemos definir como sendo qualquer comportamento, atitude ou ato que tenha um risco inerente. Se repetido com freqüência, resultará em acidente com danos pessoais ou a terceiros. As estimativas são de que uma lesão ocorre para cada 1.000 "comportamentos de risco" praticados. O problema é que a lesão não ocorre só na milésima vez. Pode acontecer na primeira vez que praticamos um Comportamento de Risco” 7.

Em caso de atletas amadores, a falta de orientação técnica justifica a demasiada quantidade de lesões que ocorrem entre essa população. Numa reportagem publicada na Folha de São Paulo¹, sobre o avanço do número de corredores no Brasil nos últimos cinco anos, divulgou o resultado de um estudo feito com 7.731 corredores amadores. Os resultados mostraram que 71,2% dos entrevistados já sentiram dor em decorrência do esporte e não procuraram um médico e que 53,1% já tiveram lesões, especialmente no joelho, no pé e no tornozelo. A falta de orientação técnica é colocada como importante fator desencadeador do alto índice de lesões e dores. A maioria dos corredores não trocava o calçado no período adequado, somente 15,3% mudam o calçado após percorrer de 500 km a 700 km com ele, distância estimada para que este seja jubilado.

Os esportes de Montanha são referências de acidentes entre atletas profissionais e amadores.

“Estatísticas mundiais mostram que 70% dos acidentes em montanhismo acontecem no rapel. Isto se deve ao fato de o escalador já estar cansado, querendo voltar logo... as pessoas não cumprem alguns procedimentos básicos de segurança para não perder 1 ou 2 minutos e, muitas vezes, acabam perdendo a vida” 7.

 

USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO NA PREVENÇÃO DE LESÕES

A preocupação em proporcionar condições favoráveis à prática do esporte, para que não ocorram danos aos participantes, não vem de agora. Desde as primeiras competições esportivas praticadas pelos antigos egípcios, conforme cenas esportivas registradas em tumbas, templos e obeliscos, já se criavam uniformes especiais para os jogadores.

Ao longo dos anos, o vestuário e outros instrumentos utilizados nos antigos esportes para fins de segurança, foram se aperfeiçoando de tal forma que deu origem aos mais variados equipamentos de proteção encontrados no mercado atual. Cada modalidade de esporte possui o quadro de acessórios necessários para a sua prática, os quais, como muitos pensam, de acordo Silva e Oliveira 8, não constitui uma sofisticação, mas uma necessidade básica e fator preventivo contra possíveis lesões.

Os Equipamentos de Proteção são meios ou dispositivos destinados a proteger a integridade física do atleta. Dentre os diversos tipos encontrados nas diferentes modalidades do esporte, os acessórios mais comuns e fundamentais são: capacete, óculos de segurança, protetor bucal, braçadeira, cotoveleira, luva, colete ou jaqueta, macacão, joelheira, caneleira e calçados como botas ou tênis.

Nigg9, diz a respeito do calçado dos atletas,

[...] a mais importante peça do equipamento do desportista e um componente fundamental tanto para o bom desempenho em nível competitivo, como para o cidadão comum na sua prática utilitária de atividades físicas, quer seja pelo “conforto” ou pela “segurança” que deve transmitir ao praticante para: a) propiciar condições favoráveis à adequada execução de movimentos; b) estar adequado aos tipos de superfícies e as características de desenvolvimento das atividades às quais se destinam; e, c) prevenir acidentes esportivos nas suas diversas manifestações. Estes três requisitos são obtidos através das características do calçado.

Uma das questões discutidas entre os pesquisadores é de que apesar do avanço dos equipamentos esportivos, muitos atletas ainda não têm o costume de introduzi-los em suas práticas cotidianas de esporte.

Barberini et al10 trazem o relato de alguns atletas a cerca do uso de protetores bucais, “os protetores bucais mal adaptados e com pouca retençäo, geram alguns problemas, como a dificuldade de falar e respirar, provocar ânsia e estética ruim”. Já para Dias 11, “os protetores bucais são ótimos equipamentos de proteção, que deveriam ser de uso obrigatório nas várias modalidades esportivas, e que mostram reduzir sensivelmente as injúrias orofaciais”.

Uma das grandes vertentes do uso inadequado de equipamentos de proteção é a falta de orientação técnica devido à massificação do esporte. Em uma das entrevistas publicadas na Folha de são Paulo1 em novembro de 2008, o empresário Gilberto Tarantino, 46, que corre desde 2001, diz que antes de ter orientação comprava tênis "pela moda". "Agora sei que não preciso do mais caro, mas que tem que ser bom para meu tipo de pisada. E que tem vida útil."

O Relatório de Acidentes em Esportes 7 , transcrito de três locais diferentes: dos formulários preenchidos por pessoas envolvidas nos acidentes, de relatórios do Corpo de Auxílio em Montanha (COSMO) e de jornais; traz como causas principais dos acidentes: habilidades excedidas e uso inadequado de equipamentos de proteção e falta de segurança. Dentre estes, destacam–se: escalar em solitário, sem estar preso a uma corda, com alguém fazendo a segurança; calçado inadequado, ausência de capacete; quebra de agarras aliada à ausência de capacete e rompimento de corda, diz um dos acidentados: “para atividades em montanha, deve-se sempre usar cordas adequadas e, periodicamente, esta corda, bem como todo o equipamento, deve ser checada e, sempre que necessário, o equipamento deve ser aposentado”.

Em um estudo12, sobre os fatores que interferem nas lesões de atletas amadores de voleibol, com 24 atletas titulares, sendo 12 da equipe feminina e 12 da equipe masculina de voleibol da Universidade Federal de Santa Catarina, escolhidas de forma intencional, Os resultados obtidos mostraram que o tornozelo foi o local mais afetado por lesões e os bloqueios foram os mecanismos mais causadores de lesões para ambas as equipes; a pesquisa mostrou também que grande parte dos atletas usam equipamentos de proteção.

 

METODOLOGIA

O presente estudo apresenta uma abordagem quantitativa que, segundo Oliveira13, significa quantificar opiniões, dados, nas formas de coleta de informações, os empregando no desenvolvimento de pesquisas de âmbito social, econômico, de comunicação. Além disso, a pesquisa quantitativa garante precisão dos resultados, evitando com isso distorções de analise e interpretações.

Em relação aos objetivos, trata-se de uma pesquisa descritiva,

[...] possibilita o desenvolvimento de um nível de análise em que se permite identificar as diferentes formas dos fenômenos, sua ordenação e classificação. Os estudos descritivos dão margem também à explicação das relações de causa e efeito dos fenômenos, ou seja, analisar o papel das variáveis que, de certa maneira, influenciam ou causam o aparecimento do fenômeno 13.

Quanto às fontes de informação, o presente estudo se classifica como uma artigo de revisão, escolhendo como técnica de coleta de dados a pesquisa bibliográfica desenvolvida com material já elaborado, constituído, principalmente de livros e artigos científicos 14. Foram acessados artigos de sites como o Medline - Literatura Internacional em Ciências da Saúde através do site www.bireme.br, Google acadêmico e o Scielo – Scientific Eletronic Library Online.

 

DISCUSSÃO

O esporte tem se consagrado como uma das atividades mais antigas e mais prazerosas ao longo do tempo. Praticado outrora por motivos religiosos ou militares, atualmente, constitui uma das formas mais lucrativas de atividades profissionais e comerciais.

O “esporte comercial” diferencia-se do “esporte de lazer” por implicar na exposição constante a fatores de risco tais como o excesso de treinamento e competições, levando à instalação de agravos à saúde do atleta. Daí a necessidade de quantificar as lesões ocorridas durante o esporte, para, a partir disso, controlá-las e também preveni-las, possibilitando não só a melhora do desempenho, mas também a manutenção de sua saúde.

As notícias de lesões nos atletas de alto rendimento são bastante corriqueiras. Entretanto, o número de acidentes e lesões no esporte é bastante maior do que o proposto pela mídia. A consequente massificação do esporte trouxe consigo um número cada vez maior de atletas amadores, os quais, por não terem orientação técnica adequada, não dão a importância devida aos equipamentos de proteção, contribuindo ainda mais para o alto do índice de lesões no esporte.

Há controvérsias entre os autores em relação ao conceito de acidente; enquanto alguns autores dizem que a ocorrência deste é algo inevitável; outros vêem como frustrante. Pois de acordo Amaral e Araújo 7, a probabilidade de acontecer um acidente é bastante diminuta se houver antecipadamente o planejamento da atividade a ser realizada: escolher os equipamentos necessários, conhecê-los e saber usá-los, pois alguns destes são difíceis de serem manuseados; além de outras variáveis que devem ser verificadas de acordo o esporte a ser praticado. O uso do capacete, peça fundamental para a maior parte de modalidades do esporte, usado na prevenção e também no controle de maiores lesões; não exceder habilidades, checar todos os equipamentos de proteção e estar sempre atento, são procedimentos que minimizam os riscos durante a prática do esporte.

Observa-se que o uso inadequado de equipamentos de proteção é uma prática bastante ativa entre os esportes radicais de montanha 7, devido principalmente o grande número de atletas amadores nessa modalidade. E de acordo os contratempos encontrados durante o esporte, alguns acidentes podem ser fatais.

As competições de corrida também são alvos de atletas amadores bem como de lesões provocadas por falta de orientação técnica. Alguns desses atletas¹ seguem os critérios adotados pela mídia na escolha e avaliação dos calçados. Segundo Melo9, a prevenção de lesões é indicada como o primeiro critério a ser incluído na avaliação: o material do calçado e sua interação com as qualidades de absorção de choque do pé, os materiais do forro apropriados ao conforto durante o uso; as palmilhas, destinadas à absorção e à adequação ao formato do pé; as solas, adequadas aos tipos de pisos e esportes; o design e sua importância para reduzir os riscos de lesões da articulação subtalar. Sem esquecer a importância da performance, durabilidade e conforto do calçado.

A não padronização dos equipamentos de proteção é outra problemática que anseia por solução. Devido às diversas marcas e materiais de um mesmo acessório encontradas no mercado, fica cada vez mais difícil a escolha do equipamento adequado ao esporte correspondente. Por isso, a procura por informações e avaliação prévia dos equipamentos básicos usados no esporte a ser praticado, antes de sua aquisição, é de extrema importância à saúde do atleta, seja ele amador ou profissional.

 

 

CONCLUSÃO

Conforme já exposto, os casos de acidentes durante a prática esportiva, que têm como causa primordial a falta de uso adequado de equipamentos de proteção, ocorrem devido à falta de orientação técnica ou por fatores comportamentais dos praticantes, os quais julgam tais acessórios como desnecessários e desconfortáveis. Conceitos mais presentes, segundo as pesquisas, em jogadores amadores.

Ao investigar a respeito do uso de equipamentos de proteção no esporte, percebe-se a carência de pesquisas realizadas sobre o assunto. Tal fato dificulta a realização de discussões sobre esse tema e impede o correto diagnóstico deste problema entre os atletas.

Entretanto, os estudos apontam um avanço significante de lesões no esporte, seja por treinamento excessivo ou por equipamento inadequado. Fazendo-se necessário, portanto, estratégias de conscientização dos atletas profissionais e principalmente amadores, da importância do uso de acessórios de proteção na prevenção de agravos durante a prática esportiva.

 

 

REFERÊNCIAS:

1- Mantovani F. Dor atinge 71,2% dos corredores amadores no Brasil. Folha de S. Paulo 14/11/2008. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u467668.shtml> Acesso em 20 de julho de 2009.

2- O fascínio: Antigo Egito/revisado em 11 de julho de 2009. Disponível em < http://www.fascinioegito.sh06.com/esportes.htm > Acesso em 20 de julho de 2009.

3. História do Esporte. Publicado em maio de 2008. Disponível em < http://www.scribd.com/doc/3086770/Historia-do-Esporte> Acesso em 20 de julho de 2009.

4. Rubio k. O imaginário da derrota no esporte contemporâneo. Psicologia e Sociedade,vol.18, no.1, Porto Alegre Jan/Apr; 2006. Disponível em www.scielo.br/pdf/psoc/v18n1/a12v18n1.pdf Acesso em 20 de julho de 2009.

5. Assumpção JA; Gantus MC;. Epidemiologia das lesões do sistema locomotor em atletas de basquetebol. Acta Fisiátrica 9(2): 77-84; 2002. Disponível em < http://www.actafisiatrica.org.br/v1%5Ccontrole/secure/Arquivos/AnexosArtigos/9778D5D219C5080B9A6A17BEF029331C/Acta%20Fisiatrica%209(2)%2077-84.pdf > Acesso em 20 de julho de 2009.

6. Lucena RF; Proni MW. Esporte: história e sociedade. Editora Autores Associados; 2002. Disponível em < http://books.google.com.br/books?hl=pt-R&lr=&id=KdxDHuqGxuIC&oi=fnd&pg=PA1&dq=hist%C3%B3rico+do+esporte&ots=8BXV0cAAY8&sig=NloAeMfolxGYUkmn_PlVemfA-oo > Acesso em 20 de julho de 2009.

7. Amaral PL; Araujo M. Relatório de Acidentes em Esportes de Montanha. Vol. 1, Nº 1; 2001. Disponível em <http://www.cbme.org.br/arquivos/Relatorio%20de%20Acidentes%202002.pdf> Acesso em 20 de julho de 2009.

8. Oliveira HB; Silva RS. Prevenção de lesões no ciclismo indoor- uma proposta metodológica. Rev. Bras. Ciên. e Mov. Brasília vol. 10, nº. 4 p. 07-18 out/ 2002. Disponível em http://www.quimica.ucb.br/mestradoef/RBCM/10/10%20-%204/c_10_4_1.pdf> Acesso em 20 de julho de 2009.

9. Melo SIL. Construção e avaliação do calçado esportivo na visão de fabricantes, especialistas e usuários - um estudo de revisão. Revista da EDUCAÇÃO FÍSICA/UEM 7(1):41-52/ 1996. Disponível em < www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/.../2655> Acesso em 20 de julho de 2009.

10. Barberini AF; Aun CE; Caldeira CL. Fatores que interferem nas lesões de atletas amadores de voleibol. Rev. bras. cineantropom. desempenho hum;9(2), jun/ 2007. Disponível em < http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/ > Acesso em 20 de julho de 2009.

11. Dlas RB et al. Custo e benefício dos protetores bucais em relação a traumas nas práticas esportivas.Rev. odontol. UNISA;8(1):60-67, jan/jun/ 2003. Disponível em < http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online > Acesso em 20 de julho de 2009.

12. Santos, SG; Piucco T; Reis DC. Fatores que interferem nas Lesões de Atletas Amadores de Voleibol . Rev. Bras.Cineantropom. Desempenho Hum. 2007. Disponível em < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/4062/3437 > Acesso em 20 de julho de 2009.

13. Oliveira SL. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira, 1997.

14. Gil AC. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ªed. São Paulo: Atlas, 2002.

15. Ceccotti HM; Souza DD. Manual de normalização para trabalhos apresentados ao curso de especialização da UNICAMP/ FOP. Piracicaba: UNICAMP/FOP; 2003. Disponível em <biblioteca.fop.unicamp.br/manualdemono.pdf > Acesso em 20 de julho de 2009.

16. Soares STM. Trabalho preventivo para lesões de ombro e cintura escapular em atletas amadores de judô. Rev. Bras. Ciên. e Mov. Brasília v. 11, n. 1, p. 29-34 jan/ 2003. Disponível em < http://www.ucb.br/mestradoef/RBCM/11/11%20-%201/c_11_1_4.pdf > Acesso em 20 de julho de 2009.

17. Pastre CM et al. Lesões desportivas no atletismo: comparação entre informações obtidas em prontuários e inquéritos de morbidade referida. Rev Bras Med Esporte vol.10, no.1, Niterói Jan./Feb; 2004. Dispoível em <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-86922004000100001&script=sci_arttext&tlng=pt> Acesso em 20 de julho de 2009.

18. Liberal EF; Aires RT; Aires MT. Escola segura. Jornal de Pediatria - Vol. 81, Nº5; 2005. Disponível em <http://www.scielo.br/pdf/jped/v81n5s0/v81n5Sa05.pdf > Acesso em 20 de julho de 2009.

19. Savi MGM; Salete M. Como Elaborar Referências Bibliográficas, segundo o Estilo de Vancouver: traduzido e adaptado por Espíndola Machado – BSCCSM / UFSC, Jul/2006. Disponível em < http://www.bu.ufsc.br/ccsm/vancouver.html > Acesso em 20 de julho de 2009.

20. Base, L. H. et al. Lesões em surfistas profissionais. Rev Bras Med Esporte vol.13, no.4, Niterói July/Aug; 2007. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922007000400008 > Acesso em 20 de julho de 2009.

21. Freitas DA et al. Avaliação do conhecimento de acadêmicos de Educação Física sobre avulsão/reimplante dentário e a importânciado uso de protetor bucal durante atividades físicas. Rev. Bras. Cir. Cabeça Pescoço, v. 37, nº 4, p. 215 - 218, out /nov / dez; 2008. Disponível em < http://sbccp.netpoint.com.br/ojs/index.php/revistabrasccp/article/viewFile/267/254 > Acesso em 20 de julho de 2009.

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23. Wolek N. Veja orientações para praticar exercícios de forma correta e evitar lesões. Publifolha, dec/ 2008 Disponível em < http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u417499.shtml/ > Acesso em 20 de julho de 2009.

24. Manual de Treinamento da Confederação Brasileira de Kinckboxing/ Importancia do EPI. Programa de Avaliação Técnica de Atletas e Instrutores de CBKBT no Brasil, 2009. Disponível em < http://www.scribd.com/doc/12336642/A-Importancia-Do-EPI > Acesso em 20 de julho de 2009.

 

Obs:

- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de seu autor.
- Publicado em 17/08/2010 sob autorização de www.fisioweb.com.br

 
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